Bem, hoje está fazendo uma semana que a Dorita chegou. A imagem que me ocorreu pra descrever esses dias pra algumas pessoas que ligaram foi a da chegada de um bebê a uma casa. Há necessidade de adaptação de ambos os lados, da casa e do bebê. Por isso eu diria que esses primeiros momentos foram de aprendizado. Nós estamos aprendendo com ela e ela conosco. Como tudo que é novo, há dificuldades de adaptação, principalmente para ela.
Estamos no inverno e, embora Ourinhos não seja um lugar especialmente frio, é bem diferente do Rio. A casa está em obras, como vocês sabem, e há uma movimentação que até para nós é complicada. Os meninos estão viajando, o que é bom por um lado, mas por outro torna a casa um pouco mais parada do que o normal.
Para nós há dificuldades com a movimentação dela, o ritmo de sono, a alimentação, os remédios. Mas, como me parece que há um interesse mútuo e uma necessidade, creio que estamos aprendendo.
Gostaria de agradecer a todos os que estão participando direta ou indiretamente dessa aventura e dizer que para nós até agora, mais do que as dificuldades (que certamente existem) o que tem prevalecido é a satisfação. Um grande abraço,
Guilherme.
Oi Gui, só para dizer que consegui entrar no blog e adorei a foto dela dormindo! Meu irmão, tenho certeza que é um desafio, especialmente nesse momento em que a casa está em obras e as crianças, pela primeira vez na vida de vocês, estão distantes. E também sabendo que vcs ainda não conseguiram uma pessoa para ajudar. Eu só te desejo força para levar esse momento. Tenho certeza que as coisas vão se encaminhar para melhor em breve. O que você a Ana estão fazendo é muito bonito e espero que saber disso já torne toda essa empreitada válida. Amo vocês! Bel
ResponderExcluirOi Bel, que bom que você conseguiu postar um comentário. Esse é o sentido que eu gostaria que esse espaço tivesse: de integração e participação de todos. Saber que as pessoas estão nos acompanhando ajuda a gente a ter mais força. Eu também acredito que logo as coisas estarão melhores. Mas, na verdade, acho que elas já estão boas, porque temos a satisfação de ver que nossos esforços vão dando resultado. Desde que chegou a Dorita pergunta se choveu. Eu acho que isso tem alguma coisa a ver com Manaus, onde chove todo dia. E ontem ela perguntou pela primeira vez quando me viu: aqui é Ourinhos?
ResponderExcluirDesde que isso tudo começou, entendi mais ainda que Guilherme é mesmo um pessoa muito especial, e, que se existe um herói nessa historia, melhor, heroina, é a Ana, e vcs sabem o por que ... foi tão importante Dorita passar o mes conosco, como mãe tinha medo, que de repente ela fosse um fardo numa casa arrumadinha e de gente jovem. Mas, a má impressão passou com o convivio com ela. Observa tudo, fala pouco, pede desculpas se está dando trabalho, agradece sempre. Domingos só a chamava de Botinha, e, a auto-estima dela aparecia num sorriso que estava sempre em seu rosto. Foi um presente de Deus a oportunidade que tive de poder retribuir todo amor e carinho que ela nos dispensou.
ResponderExcluirÉ uma historia que vale a pena ser contada ...
Guilherme,
ExcluirAcho muito lindo esse ato de amor que voce e Ana estao fazendo por Dorita, ela merece, sempre muito boa para todos e cuidando de todos. Agora chegou a hora dela de ser cuidada; e voces a tomaram em seu lar, com todo amor e carinho para retribuir-la tudo que ela fez por muitas e muitas pessoas da familia e amigos no passado em que era saudavel. Voces sao muito humano.